domingo, 4 de agosto de 2019

Polícia Civil prende trio por associação criminosa e roubo na Zona Sul de Natal

Foto: PC/ASSECOM
Policiais civis da Delegacia Especializada em Furtos e Roubos (DEFUR) deflagraram, nesta sexta-feira (02), a operação "Fundo Falso", a qual investigou a atuação de uma associação criminosa, que tinha como finalidade específica cometer roubos sequenciados em residências, em Natal e Região Metropolitana. 

A operação resultou na prisão de três homens: Wanderson Francisco Silva, 24 anos, Weldson Sinicley Silva, 27 anos, ambos já possuíam mandado de prisão, e Sérgio Souza da Costa Filho, 24 anos. 

As prisões são referentes às práticas dos crimes de associação criminosa e roubos, um deles cometido na madrugada desta quinta-feira (1), no bairro Neópolis, na Zona Sul de Natal. 

De acordo com as investigações, o trio invadia as residências pulando os muros, após desabilitar as cercas elétricas, utilizando sempre de informações privilegiadas acerca da rotina dos moradores do imóvel. 

Eles aguardavam no interior das residências, até que os proprietários saíssem de casa pela manhã, quando rendiam as vítimas e furtavam todos os objetos de valor.


Inicialmente, os homens começaram a atuar com informações obtidas a partir da função exercida em determinada empresa de construção de móveis, sobre a existência de fundos falsos em armários projetados, supostamente, destinados à guarda simulada de bens de valor, para então invadir e roubar os proprietários, mediante grave ameaça, exercida com emprego de armas de fogo.


Os crimes de roubos foram praticados também em diversas residências: em Tirol, no dia 5 de março, em 27 de julho, em Santos Reis, no município de Parnamirim e no dia 31 de julho no bairro Capim Macio, em Natal. 

No momento da prisão dos três homens, na residência onde eles estavam, foi dado cumprimento a um mandado de prisão em desfavor de Wellington Francisco da Silva, 26 anos, que estava foragido da Justiça do Rio Grande do Norte. 


Todos eles foram conduzidos até a delegacia e encaminhados ao sistema prisional, onde ficarão à disposição da Justiça. As investigações continuam para identificar a participação dos demais colaboradores, que aderiram à ação na prestação de informações privilegiadas e/ou na receptação dos bens subtraídos.