Em Alcaçuz, presos controlam chave de pavilhões e até entrada de comida

22.janeiro.2017
  • Detentos do presídio de Alcaçuz controlam cadeia desde rebelião em março de 2015

    Beto Macário/UOL

Todos os dias, a empresa contratada para fornecer alimentação aos cerca de 1.300 detentos deixa as quentinhas na portaria da penitenciária de Alcaçuz. Naquele momento, agentes chamam um preso, conhecido como "pagador", que tem um carrinho já preparado para levar os alimentos aos colegas. Sim, são os presos que distribuem a comida entre si --podendo decidir, inclusive, quem se alimenta.

Essa é só uma das rotinas que mostram o domínio dos presos na penitenciária de Nísia Floresta (na Grande Natal), onde, no dia 14 de janeiro, houve um massacre com pelo menos 26 mortes de detentos

O UOL ouviu por uma semana relatos de agentes, presos, advogados e autoridades sobre como era o presídio antes do massacre. 

Os presos estão soltos, e a gente não tem acesso às áreasVilma Batista, agente penitenciária

Em março de 2015, uma rebelião destruiu quatro dos cinco pavilhões. Desde então, os agentes não entram mais na unidade para serviços.

"Quem é que entra com os presos todos soltos para entregar comida? Isso ocorre por falta de segurança. Sem contar que isso não é nosso serviço. Nossa missão é manter a ordem e a segurança na unidade. Os presos que estão lá ganham remissão de pena pelo serviço", explica a presidente do Sindicato dos Agentes Penitenciários do Rio Grande do Norte, Vilma Batista. 

Segundo ela, há um número reduzido de agentes de plantão: antes do massacre do dia 14, eram seis na escala. Agora, com o agravamento da crise, esse número subiu.

Ela conta ainda que os agentes têm um limite de acesso. "Os presos estão soltos, e a gente não tem acesso às áreas. Só quando vem reforço é que a gente faz uma intervenção. O limite de acesso é antes do portão", afirma.

 

Beto Macário/UOL
Na penitenciária de Alcaçuz, em Nísia Floresta (RN), os prédios não têm mais cobertura

 

Isso interfere também quando há necessidade de um advogado conversar com um preso. "Quando precisamos conversar com um preso, vamos até um guichê de atendimento. Lá, vou a um agente do administrativo, que procura saber em que pavilhão ele está. Você pega esse papel e leva a um agente, que chama um preso chaveiro geral. Ele pega o papelzinho, vai correndo ao pavilhão e, quando chega nas proximidades, chama outro preso chaveiro, que no pavilhão começa a gritar para chamar o preso", conta o advogado e coordenador estadual do Instituto Brasileiro de Ciências Criminais, Gabriel Bulhões. 

"Ele vem, então, até a porta do pavilhão, e o chaveiro abre e o tira. Então, vem com o outro chaveiro até o rol de Alcaçuz, quando ele deixa o complexo", complementa.

Os presos pagadores são jurados de morte por outros detentos por prestarem serviço ao Estado. Por isso, eles ficam em outra acomodação separada.

 

Andressa Anholete/AFP
Corpos são escavados da areia do presídio de Alcaçuz

Ações fracassadas

A versão de que os presos estão soltos é confirmada pelo Estado, Ministério Público e Justiça. O juiz da Vara de Execuções Penais de Natal, Henrique Baltazar afirma que o Estado até tentou reconstruir o que houve de destruição, mas fracassou.

"Em março de 2015, quando houve as grandes rebeliões, o Estado disse que ia reconstruir, gastar R$ 8 milhões. Deixei claro que era dinheiro jogado fora, porque iam quebrar tudo de novo. Colocar grades em cela que cabiam oito, mas tinha 20? Era óbvio que iam arrebentar. O dinheiro foi quase todo perdido. Se for recuperar agora, vai acontecer o mesmo", disse.

Com os presos no controle, o MP (Ministério Público) acredita que houve um fortalecimento das facções.

"Já faz 22 meses que tivemos a pior rebelião de Alcaçuz. Tudo foi quebrado, apenas o pavilhão 5 era inteiro --e agora é o mais depredado. Desde março de 2015 que está tudo fora de controle nos demais pavilhões, que os presos ficam soltos e não se recolhem as celas. Assim, as lideranças do crime exercem sua ditadura sobre os demais presos. Se não resolvermos isso, não resolveremos o problema", afirma o Procurador-Geral de Justiça, Rinaldo Reis.

Lá dentro, segundo apurou o UOL, presos de facções cobram "mensalidades". O PCC, por exemplo, cobra valores e faz rifas rotineiras com intuito de arrecadar fundos. Já o Sindicato do Crime tem um "caixa", em que cada detento ligado a ela é obrigado a pagar R$ 50 mensais.

 

Beto Macário/UOL
18.jan.2017 - Presos exibem facões do alto do telhado de um dos pavilhões

 

Beto Macário/UOL

Um muro provisório será construído com contêineres, dentro de Alcaçuz, para manter separados presos de facções rivais

Ações do governo

A principal ideia do governo para acabar com a guerra de facções --até a construção de novos presídios-- é erguer um muro para separar os detentos de grupos opostos. A obra teve início nesse sábado (22).

O governador Robinson Faria (PSD) afirmou que não tem como meta reformar Alcaçuz e pretende acabar com a unidade após a construção dos três presídios previstos.

Já sobre a falta de pessoal, o governo anunciou que vai contratar 700 agentes penitenciários provisórios. A medida, porém, é criticada pelo sindicato da categoria, que planeja uma greve em protesto contra a medida.

com informações de uol.com.br

Por: Salatiel de Souza

Maradona pede perdão ao filho... 30 anos depois!

22.janeiro.2017

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Não há dúvida sobre a adoração da cidade de Nápoles por Maradona. No entanto, depois de 30 anos de seu primeiro título com o Napoli, o argentino protagonizou um espetáculo muito particular.

O ex-jogador se apresentou no Teatro de San Carlo para dar vida ao "Três vezes 10", uma obra que repassa toda a sua vida esportiva com textos narrados pelo próprio Diego, vídeos, canções e imagens, contando o passo a passo do futebol pelo clube italiano que defendeu entre 1984 e 1991.

O espetáculo, impulsionado pelo ator italiano Alessandro Siani, contou com milhares de pessoas dispostas a pagar entre 66 (R$ 226) e 330 euros (R$ 1134) para ver Maradona narrar sua história. O evento contou também com 180 convidados especiais, entre eles o presidente do Napoli, De Laurentiis, e os jogadores Callejón, Insigne e Reina.

A obra começou com uma crítica duríssima a Blatter e Plantini, com um resumo de sua história esportiva e pessoal. Desde a transferência para o Barcelona até Hillary e Trump.

Em uma noite cheia de emoções, Diego recebeu muito ex-companheiros de equipe e se comoveu, chegando às lágrimas, quando se recordeu de seus pais. Ao final, o ex-camisa 10 deixou uma mensagem para o filho recém-reconhecido, Diego Júnior, que estava presente no teatro:

"Quero pedir perdão depois de trinta anos. Perdoe-me. Nunca mais te abandonarei", assegurou emocionado.

com informações de yahoonotícias

Por: Salatiel de Souza

Entrevista: filho de Teori Zavascki denuncia ameaças após delação

22.janeiro.2017
 
Reprodução/Facebook


 

Não era fácil para Teori Zavascki, morto em acidente aéreo na última quinta-feira, ser ministro do Supremo Tribunal Federal (STF). Sobretudo, ser o relator geral da Operação Lava-Jato, que desvendou o bilionário esquema de corrupção na Petrobras. “A vida dele era basicamente trabalho. De manhã e de noite, estava sempre envolvido com o trabalho”, diz o advogado Francisco Prehn Zavascki, 36 anos, filho de Teori. A pressão ficou ainda maior quando ele assumiu a relatoria da operação, ficando responsável pela homologação das delações da Odebrecht. Para segurança própria, o ministro deixou de frequentar restaurantes e outros ambientes que gostava. “Teve que ficar mais recluso”, afirma o herdeiro.

A apreensão em relação ao trabalho realizado no centro do poder do país era partilhada em desabafos a amigos e familiares. “Uma frase que ele sempre dizia para quem dizia querer trabalhar em Brasília ou fazer qualquer coisa na capital era: Brasília não é para amadores”, ressalta. Em luto, Francisco reluta em acreditar em teorias da conspiração envolvendo a morte do pai. Prefere crer que a tragédia foi apenas um acidente. Mas pede que o poder público e todas as autoridades responsáveis investiguem as causas da tragédia que matou outras quatro pessoas. “Seria terrível ter um juiz, seja de qual instância for, assassinado, pagando com a vida por causa de um processo”, afirma.
 

Embora tivesse um semblante fechado e sério, natural para quem tinha tantas responsabilidades, Teori era um homem muito apegado à família e aos amigos. Torcedor do Grêmio, amava jogar bola e não abria mão de fumar um bom charuto. “Uma coisa que pouca gente sabe é que ele era boleiro. Quando mais jovem, jogava muita bola. E sempre foi muito brincalhão. Na intimidade, era muito debochado”, conta Francisco. A seguir, os principais trechos da entrevista concedida ao Correio.

A morte de Teori pode, de alguma forma, esfriar a Operação Lava-Jato?
Eu acho que, no mínimo, haverá um retardamento da Lava-Jato. E, isso, em um momento crucial.

Mas o senhor acredita que a operação vai parar?
Acho que não. Parar não vai. Dependerá muito de quem será o próximo relator da Lava-Jato. Do rumo e do ritmo que vai tomar. E eu acredito que pode haver até mudanças importantes, dependendo de quem assuma o processo.

O senhor acredita que quem assumir no lugar de Teori terá a mesma competência à frente da relatoria da Lava-Jato?
Espero que sim. O que se perde ali é o conhecimento e todo o estudo do meu pai ao longo desses dois, três anos, nos quais ele estava à frente dos processos. Esse arquivo mental se foi com ele.

Ele relatou para a família ter sofrido ameaças durante a condução do processo da Lava-Jato?
Eu mesmo, particularmente, já sofri várias ameaças por conta da Lava-Jato e das decisões dele. Ameaças mais leves, menos leves. Muito por rede social, telefone, e-mail e tal. Isso meio que virou até rotina para nós.

Como era para a família lidar com essa rotina?
Procurávamos seguir a vida normalmente, tentar não dar tanta bola. Mas, claro, que chateava bastante e deixava todo mundo, muitas vezes, apreensivo com o que poderia acontecer. De repente, alguém poderia tomar alguma atitude mais radical, um lobo solitário querer fazer Justiça com as próprias mãos. Não se sabe o que se passa na cabeça das pessoas.

Em algum momento Teori reforçou a segurança pessoal?
Não. Ele vinha mantendo a segurança normal dele. Não teve reforço.

E a família reforçou?
Nem tinha segurança.

O senhor acredita na hipótese de sabotagem?
Eu não quero acreditar. Prefiro acreditar que tenha sido realmente um acidente. Não tenho como dizer que sim ou que não. Tem que se investigar muito, e investigar de forma séria, a fundo. A Polícia Federal, o Ministério Público, o Cenipa (Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos). Fiquei sabendo que a OAB (Ordem dos Advogados do Brasil) também estará presente nas investigações. Então, acho que é importante para o país esclarecer tudo. Seria terrível ter um juiz, seja de que instância for, assassinado, pagando com a vida por causa de um processo. (O acidente) foi uma coincidência e tanto, não foi?

O seu pai falava algo sobre Brasília? Às vezes, reclamava de ficar na capital?
Especialmente depois do início da Lava-Jato, ele passou a se sentir muito sozinho em Brasília. Parou de frequentar restaurantes e tal. Teve que ficar mais recluso. Mas uma frase que sempre dizia para quem queria trabalhar em Brasília ou fazer qualquer coisa na cidade era: “Brasília não é para amadores. Tome cuidado. Aqui não é para amadores”.

Ele chegou a manifestar opiniões sobre o processo de impeachment?
Comentava as preocupações normais, mas nada de específico. Só preocupação com cada um de nós. Comentou com os amigos que fim levaríamos, qual seria o rumo. Mas nada muito especial.

Quem foi Teori Zavascki? O que o senhor tem a dizer sobre ele?
É um cara que venceu na vida e conseguiu realizar seus sonhos. Teve uma infância muito pobre e, com base no estudo e no esforço, chegou onde chegou. Ele é, acima de tudo, um vencedor.

O que diria sobre a trajetória profissional dele?
Acho que ele sempre teve vocação para o direito, especialmente para a magistratura, com erros e acertos, o que é normal de todo ser humano. Mas ele sempre tentou fazer aquilo que achava que era certo, independentemente do sacrifício pessoal que representaria e dos interesses que, eventualmente, poderia ferir. Acima de tudo, ele tentou fazer o que acreditava que era o correto.

Ele teve alguma parcela de influência na sua opção em seguir a carreira de advogado?

Na verdade, a escolha foi mais uma influência da minha mãe, que é advogada, do que propriamente do meu pai. A escolha pelo direito é dos dois, com certeza. Mas acabei optando pela advocacia mais por influência materna do que paterna.

A perda dele para a família é irreparável. E para o Brasil, o que a morte dele representa?
Acho que nós perdemos um juiz que tinha na cabeça todo esse processo supercomplexo, que é o da Lava-Jato. Ele estava com toda a estratégia montada para, muito em breve, no início de fevereiro, homologar as delações (da Odebrecht) e dar seguimento às investigações. Com a morte dele, acho que o país dá muitos passos atrás no combate à corrupção.

Como era a rotina de seu pai?
Em Brasília, ele morava sozinho. A vida era basicamente trabalho e trabalho. De manhã e de noite, sempre envolvido no trabalho. Quando vinha para Porto Alegre, procurava se desligar do trabalho e curtir os filhos, os netos, e se sentar com os amigos. Ter realmente um momento de relaxamento.

Então ele era uma pessoa muito ligada à família?
Sim. Bastante. Procurava sempre reunir a turma aqui quando chegava.

Quais as melhores lembranças que tem de seu pai?
Uma coisa que pouca gente sabe é que ele era boleiro. Quando mais jovem, jogava muita bola. Eu me lembro muito de jogar com ele, dele jogando. Era o centroavante do time.

Teori comentava sobre planos para o futuro?
Ele tinha a expectativa de se aposentar em dois ou três anos e de voltar para Porto Alegre. Esse era o projeto dele. De repente, advogar, não sei exatamente o que faria. Mas queria voltar para cá e ficar com a família.

O que ela amava muito, além da família e dos amigos?
Fumar um charuto sossegadamente.

com informações de yahoonotícias

Por: Salatiel de Souza

Peritos encontram crânios em penitenciária de Alcaçuz

22.janeiro.2017

Em uma busca realizada neste sábado para encontrar possíveis novos corpos na Penitenciária Estadual de Alcaçuz, os peritos do Instituto Técnico-Científico de Perícia (Itep) do Rio Grande do Norte encontraram um crânio completo, um incompleto e um fragmento de crânio, além de prováveis fragmentos de ossos. A vistoria, no entanto, se limitou a áreas em que não há presos e só uma das 40 fossas do local foram esgotadas para fazer a varredura.

O material foi colhido na fossa esgotada entre o pavilhão 3 e a fábrica de bolas. De acordo com a assessoria de comunicação do instituto, ainda restam 39 fossas a serem esgotadas, locais onde podem estar jogados outros corpos.

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Foto: ilustrativa

Os pavilhões também só foram vistoriados parcialmente, já que o controle de Alcaçuz ainda permanece com os detentos. As buscas foram efetuadas nos prédios de número dois e quatro, que estão vazios atualmente. O cinco, onde está o PCC, e os pavilhões um e três não puderam ser checados.

Atualmente, quatro dos 26 corpos do massacre ocorrido no dia 14 de janeiro ainda não foram identificados. Um deles, segundo a assessoria, está prestes a ter a identidade revelada. Os outros três, que foram carbonizados, precisam de exames mais complexos. Entre os corpos recolhidos existem alguns sem cabeça. O Itep não divulgou quantos deles.

com informações de odia.ig.com.br

Por: Salatiel de Souza

Senador José Agripino cobra efetividade do Fundo Penitenciário Nacional

21.janeiro.2017

Em meio à crise no sistema penitenciário nacional, o senador José Agripino (DEM) intensificou articulações com o presidente da República, Michel Temer, e com o ministro da Justiça, Alexandre de Moraes, para implementar ideias do projeto de lei (PLS 309/2016), de sua autoria que tramita no Senado que garante maior efetividade aos recursos do Fundo Penitenciário Nacional (Funpen) destinados a estados que se encontram em situação de calamidade pública por grave perturbação da ordem social.

O presidente nacional do Democrata considera fundamental a desburocratização desses recursos para o sucesso das ações de enfrentamento similares as vividas pelo Rio Grande do Norte atualmente. Com relação a gravidade da situação em seu estado, Agripino diz que tem mantido contato frequente com o ministro Alexandre de Moraes para reafirmar a importância de incluir artigos do PL 309 na MP 775/16, editada pelo Palácio do Planalto em 2016 para combater a crise na segurança nacional.  

“Nosso contato com o Executivo Federal é constante. No primeiro momento, ainda no ano passado, falamos com o ministro da Justiça, a pedido do governo do Estado, para que a Força Nacional de Segurança estivesse no Rio Grande do Norte. Fomos prontamente atendidos. Hoje, a situação que vivemos no nosso estado exige mais do que união da classe política, requer esforço pessoal de cada um. O cenário ordena menos publicidade do que se faz e mais trabalho de bastidores para promover uma solução rápida”, disse o senador se referindo a críticas sobre a necessidade de divulgação de ações por parte da bancada federal.

 

Por: Salatiel de Souza

Prefeito de São Gonçalo propõe redução de seu própio salário e de auxiliares

21.janeiro.2017

O prefeito de São Gonçalo do Amarante, Paulo Emidio (PR), enviou à Câmara Municipal, ofício propondo um Projeto de Lei para redução de alguns salários de cargos comissionados, incluindo o seu e o do vice-prefeito.

Segundo lei aprovada ano passado pela Câmara, o prefeito poderá ganhar até R$ 27.776,00 e o vice, R$ 19.443,20. Na época também foi aprovado aumento para o secretariado, ajustado para R$ 14.000,00 secretário municipal e R$ 11.900,00 secretário adjunto. Na medida Paulinho também pede a redução de 22% desses salários.

Caso os vereadores aprovem, o prefeito terá uma redução em seu salário de R$ 6,1mil, o vice, Eraldo Paiva, de 4,2 mil e os secretários R$ 3 mil e R$ 2,6 mil adjuntos. Isso representa uma economia para o município em aproximadamente R$ 2,5 milhões por ano.

“Estamos tomando essa medida visando o equilíbrio das finanças públicas municipais, principalmente nesse momento de instabilidade econômica e política que vive o Brasil. Nós estamos pensando no melhor para o povo e para nossa administração”, observou o prefeito.

 

 

 

 

 

 

 

 

Por: Salatiel de Souza

Ex-Prefeita de Brejinho Dra.Ivete, deixou Balneário Municipal completamente destruído

21.janeiro.2017

É desanimador o quadro de abandono dos prédios públicos de Brejinho, município do Agreste potiguar, distante 57 km de Natal, capital do RN. O Balneário Municipal construído para oferecer entretenimento para as pessoas envolvidas nos programas sociais oferecidos pelas secretarias municipais é apenas uma mostra das dificuldades que o atual prefeito está encontrando para colocar a casa em ordem.

A inexistência de uma boa conservação do logradouro público mostra claramente a pouca importância que a gestão passada dava aos grupos de pessoas que necessitavam das instalações do Balneário para a prática de atividades relacionadas com a sociabilidade da população inserida nos programas sociais oferecidos principalmente pelas secretarias municipais de Saúde e Assistência Social, como também pelas escolas do município, que utilizavam o espaço para atividades recreativas, palestras e confraternizações, conforme enfatiza o atual prefeito João Gomes. ” Abandonar um bem que serve para todos é retirar do povo o seu direito a uma vida melhor”, destacou o prefeito.

 

com informações de blogdedaltroemereciano.com.br

Por: Salatiel de Souza

Prefeitura de Macau regulariza situação do lixo

21.janeiro.2017

Na quinta-feira, 19, foi publicado no Diário Oficial do Município a convocação para o representante da empresa Vale Norte Construções LTDA, vencedora de uma cotação de preços, para se apresentar de imediato e assumir a limpeza da cidade, o que ocorrerá já na próxima segunda-feira, 23. 

A Vale Norte Construções assume os serviços com um contrato menor que a Construbem (empresa responsável pelo serviço entre novembro de 2015 e dezembro de 2016), representando uma economia mensal de R$ 11.461,22 aos cofres da prefeitura, ao mesmo tempo em que vai oferecer mais serviços que a sua concorrente, a exemplo da realização de benfeitorias no aterro municipal com adequações às exigências de higiene e limpeza na área interna e do seu entorno, obedecendo às normas de sustentabilidade.

A Vale Norte Construções ficará também responsável pela adequação e modernização das estruturas físicas e do maquinário do aterro sanitário, como também fará a cobertura das valas de compostagem, em até sete dias do depósito dos resíduos no local, durante toda execução do contrato. Outra vantagem é que o lixo será tratado de maneira correta, sendo feita a sua cobertura, assim provendo o aterro de melhores condições de utilização”, explicou a assessoria técnica da Secretaria Municipal de Infraestrutura que acompanhará a execução dos serviços previstos no novo contrato.

 

Por: Salatiel de Souza

"Messi não renovou com o Barça porque vem para a Inter", diz Valentino Rossi

21.janeiro.2017

O futuro de Lionel Messi é o grande tema da imprensa espanhola nos últimos dias. Tanto é assim que até no mundo do motociclismo falam sobre ele. Valentino Rossi foi perguntado sobre o astro argentino e se animou ao brincar com um possível desembarque do craque na Itália.

"Messi não renovou? Isso é porque ele vem para a Inter de Milão", sonhou o piloto italiano em voz alta.

"Claro que gostaria que viesse, mas é difícil. Seria bonito que Messi jogasse toda a sua carreira pelo Barcelona", acrescentou o eneacampeão mundial de motovelocidade.


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Leo Messi Real Sociedad Barcelona Copa del Rey

             Fotto: Getty Images)

 

Embora demonstre admiração pelo camisa 10 do Barcelona, o piloto garante que é impossível compará-lo a Cristiano Ronaldo. Ele ainda faz uma alusão à MotoGP:

"É difícil dizer. Os dois são muito bons e é complicado dizer quem é o melhor (do mundo). Não se pode comparar Lorenzo, Márquez e Viñales, por exemplo".

com informações de yahoonotícias

Por: Salatiel de Souza

Leandro Hassum faz selfie sem camisa e causa rebuliço entre os fãs

21.janeiro.2017

Ator e humorista exibe músculos na web (Reprodução/Instagram)" data-reactid="10" data-type="text" type="text"> Foto: Reprodução/Instagram

cirurgia de redução de estômago no final de 2014 e emagreceu mais de 60 quilos, o ator Leandro Hassum, 43, se transformou em outra pessoa. Com o corpo enxuto, o artista da TV Globo não se cansa de mostrar o novo físico nas redes sociais." data-reactid="11" data-type="text" type="text"> Desde que fez uma cirurgia de redução de estômago no final de 2014 e emagreceu mais de 60 quilos, o ator Leandro Hassum, se transformou em outra pessoa. Com o corpo enxuto, o artista da TV Globo não se cansa de mostrar o novo físico nas redes sociais.

tirou a camisa e fez um selfie caprichado na frente do espelho. No Instagram, a foto do comediante causou um rebuliço entre os seguidores. “Feliz, vida nova, saúde”, legendou o famoso que costuma dividir opiniões na web. Enquanto algumas pessoas parabenizam a disciplina e a força de vontade dele, outros detonam a sua atual aparência física. “Perdeu a beleza e a graça”, disparou uma pessoa. Já outra internauta opinou: “Tá lindo. Exemplo de superação”."

O humorista tirou a camisa e fez um selfie caprichado na frente do espelho. No Instagram, a foto do comediante causou um rebuliço entre os seguidores. “Feliz, vida nova, saúde”, legendou o famoso que costuma dividir opiniões na web. Enquanto algumas pessoas parabenizam a disciplina e a força de vontade dele, outros detonam a sua atual aparência física. “Perdeu a beleza e a graça”, disparou uma pessoa. Já outra internauta opinou: “Tá lindo. Exemplo de superação”.

Com informações de yahoonotícias

 

Por: Salatiel de Souza

'Minha Mãe é uma Peça 2' bate recorde e já é o quarto filme mais visto da história do cinema nacional

21.janeiro.2017

‘Minha Mãe é Uma Peça 2’ acaba de se tornar o quarto filme mais visto da história do cinema nacional. A comédia estrelada por Paulo Gustavo superou a marca de 6,5 milhões de espectadores do até então antigo quarto colocado, ‘A Dama do Lotação’ (1970)." data-reactid="10" data-type="text" type="text"> ‘Minha Mãe é Uma Peça 2’ acaba de se tornar o quarto filme mais visto da história do cinema nacional. A comédia estrelada por Paulo Gustavo superou a marca de 6,5 milhões de espectadores do até então antigo quarto colocado, ‘A Dama do Lotação’ (1970).

À frente dele, apenas ‘Os Dez Mandamentos‘ (2016), com 11,2 milhões, ‘Tropa De Elite 2‘ (2010), com 11,1 milhões e ‘Dona Flor e Seus Dois Maridos‘ (1976), com 10,7 milhões. O caso do longa produzido pela TV Record, porém, ficou famoso pelas sessões com ingressos esgotados que não tinham o público total presente.

Os resultados superaram as expectativas, já que o primeiro ‘Minha Mãe é Uma Peça’ teve público total de 4,5 milhões. Os produtores agora vêem a possibilidade de dobrar este número do original, pois o filme ficará pelo menos mais um mês em cartaz nos cinemas.

A nova aventura de Dona Hermínia permaneceu quatro semanas seguidas na liderança das bilheterias brasileiras, superando nomes como as animações ‘Moana – Um Mar de Aventuras’, ‘Sing – Quem Canta Seus Males Espanta’ e ‘Passageiros’. No último final de semana, a estreia de ‘Assassin’s Creed’ a desbancou.

Antes do lançamento, Paulo Gustavo disse que gostaria de fazer de ‘Minha Mãe é uma Peça’ uma trilogia. Com o sucesso estrondoso, isso deve mesmo acontecer. Quando o filme atingiu o público de 6 milhões, o ator fez o vídeo abaixo para agradecer:

com informações de yahoonotícias

Por: Salatiel de Souza

Dono do Emiliano era companhia de Teori para fugir da pressão de Brasília

21.janeiro.2017
Ministro do STF, Teori Zavascki
Foto: Charles Sholl/Futura Press

 

Companheiros de viagem rumo a dias de descanso em uma paradisíaca propriedade em Paraty, Teori Zavascki, 68, e Carlos Alberto Filgueiras, 69, o anfitrião e dono da aeronave acidentada, eram dois amigos improváveis.

"Self-made man", o empresário à frente do Grupo Emiliano de hotéis é descrito como uma figura leve, festeira, exuberante, que apreciava sem moderação as boas coisas da vida. Gostava de música, charutos e mulheres bonitas e jovens.

Já o ministro do STF, era um tipo pouco sociável, formal e de temperamento mais germânico, que virou hóspede frequente do hotel Emiliano, nos Jardins, quando vivia um drama familiar.

Durante um ano acompanhou o tratamento de câncer da mulher que amava, tendo escolhido o hotel pela proximidade com o Hospital Sírio-Libanês

Ao ficar viúvo em 2013, Teori continuou próximo ao empresário do ramo de hotelaria, que se destacou no ramo pela excelência no atendimento em um nicho de altíssimo luxo. Sempre que queria fugir de Brasília e das pressões de ser o relator da Lava Jato no Supremo, o ministro buscava a companhia de Filgueiras, com quem podia falar de vinho, de arte.

Vítimas do acidente" data-reactid="20" data-type="text" type="text"> Vítimas do acidente

Até mesmo em razão de hábitos e interesses tão diferentes, o ministro se sentia protegido nesse universo ao redor do dono do Emiliano. Era tratado sem a formalidade e os salamaleques da Corte, mas com todo o conforto e as regalias do "bon vivant" da hotelaria.

"Uma tragédia os uniu e outra os levou", resume um amigo. Teori e Filgueiras estavam com duas acompanhantes no avião, que transportava quatro passageiros no momento do acidente, além do piloto. A assessoria do Grupo Emiliano diz não saber ao certo quem estava a bordo nem confirma que a mulher já resgatada seria uma massoterapeuta contratada pelo dono do hotel para atendê-lo durante os dias de descanso.

"O Hangar tem que saber os nomes e informar." A jovem teria viajado na companhia da mãe, condição imposta para aceitar o serviço e se deslocar até Paraty.

AVENTURA EMPRESARIAL" data-reactid="24" data-type="text" type="text"> AVENTURA EMPRESARIAL

AVENTURA EMPRESARIAL" data-reactid="24" data-type="text" type="text"> Antes de criar um hotel icônico como o Emiliano, Filgueiras trabalhou em Serra Pelada, foi dono de madeireira e atuou no mercado de incorporação de imóveis. Fez fortuna e alimentou um espírito aventureiro até resolver entrar para o ramo de hotelaria depois de um fracasso.

Transformou o prédio de apartamentos de dois quartos na valorizada região dos Jardins, que havia encalhado nas vendas, em um hotel de luxo. Deu o nome de Emiliano, o mesmo de um dos quatro filhos. É pai também de Gustavo que, nos últimos cinco anos, vinha preparando para assumir os negócios na sua ausência.

Paraty era o seu paraíso privado, de onde mandava vir peixe fresco diariamente para o restaurante do hotel e recebia os amigos. "Carlos Alberto foi uma das pessoas mais espetaculares e generosas que conheci na vida.

Nunca vi ninguém com senso estético e de beleza tão apurado. Sabia ver o belo e reproduzir", define o consultor Mario Rosa, um dos clientes habitués do Emiliano de São Paulo, onde é recebido com mordomias extras, como a de deixar suas roupas no hotel e ao retornar ao hotel ser recebido com o quarto remontado como se não tivesse se ausentado.

Filgueiras morava em um apartamento no prédio ao lado do hotel e ali também mantinha outros dois imóveis nos quais hospedava os clientes fiéis do Emiliano, em caso de algum deles chegar e não haver quartos disponíveis. Ao mesmo tempo que era simples e informal no trato, ele buscava a sofisticação em detalhes.

Como foi o acidente" data-reactid="30" data-type="text" type="text"> com informações de yahoonotícias

Por: Salatiel de Souza

Clássico América x ABC foi suspenso por medida de segurança

20.janeiro.2017

Por: Salatiel de Souza

Exército está chegando em Natal neste momento

20.janeiro.2017
 
Fotos: Cleane Oliveira/Via Certa Natal
 
Equipes dos Exército estão chegando em Natal neste momento pela zona sul da capital. 
 
As tropas estão chegando à cidade para reforçar a segurança e evitar novos atentados criminosos.
 

Por: Salatiel de Souza

Carro em chamas na região norte da capital

20.janeiro.2017

Foto: Thiago Souza/Via Certa Natal
Um veículo particular está em chamas no limite dos bairros Pajuçara com o Parque das Dunas na região norte da capital.

Ainda não é possível associar o incêndio veicular com atentados criminosos ocorridos nos últimos dias.

 

 

Por: Salatiel de Souza